Depois de Austrália e Canadá, teremos o privilégio de ver o mundo do pai de Edward Mãos de Tesoura conosco. Uma exposição reunindo vídeos, ilustrações, fotografias, textos, histórias em quadrinhos, maquetes, esculturas e figurinos de seus filmes, inspirados na cultura popular, nos contos e na subcultura gótica em mais de 600 m². A maioria das 700 peças que compõem a mostra são do arquivo pessoal do Tim e das coleções de seus colaboradores.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Exposição de Tim Burton - Paris 2012
Depois de Austrália e Canadá, teremos o privilégio de ver o mundo do pai de Edward Mãos de Tesoura conosco. Uma exposição reunindo vídeos, ilustrações, fotografias, textos, histórias em quadrinhos, maquetes, esculturas e figurinos de seus filmes, inspirados na cultura popular, nos contos e na subcultura gótica em mais de 600 m². A maioria das 700 peças que compõem a mostra são do arquivo pessoal do Tim e das coleções de seus colaboradores.
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
J'aime rien
Há algo muito importante que você precisa aprender sobre os parisienses: eles te detestam. Eles não te conhecem e te odeiam. Nunca te viram e já não suportam a sua presença. Mas, acredite, esse ódio, apesar de real, não é pessoal (esse é um privilégio concedido a poucos, como ao atual casal presidencial e às pessoas que estão a menos de 200 quilômetros deles).
Vou tentar explicar alguns elementos dessa falta de apreço do parisiense por tudo o que se move e não é o seu cachorro.
Bufada
Categoria: manifestação não-verbal de ódio
A bufada é a mais clássica demonstração de irritação do parisiense. Mas é mais do que isso: é também o último refúgio da eterna insatisfação francesa, da vontade que eles têm de vez em quando – tipo umas 12 vezes por dia – de mandar tudo pros ares e fazer uma revolução. É o que sobrou depois que se tornou meio indelicado pendurar o sujeito em uma forca ou guilhotiná-lo em praça pública. Malditos tempos monótonos, onde não se pode nem mais descer tranquilamente a lâmina no pescoço alheio.
Putain!
Categoria: manifestação verbal de ódio
Putain significa puta merda. Em Paris você vai escutá-lo ao menos 337 vezes por dia. Se um parisiense está aborrecido, ele diz “putain”. Se um parisiense dá uma topada com o joelho, ele diz “putain”. Se um parisiense pisa num cocô de cachorro de um outro parisiense, ele diz “putain”. Se está frio, ele diz “putain”. Se faz calor, ele diz “putain”. Se você ousa abordar um parisiense, tirando-o de suas complicadas elocubrações mentais, para lhe perguntar alguma coisa que não esteja à altura de sua genialidade, ele pode até não dizer “putain”, mas certamente vai pensar. E depois vai bufar.
Vizinhos
Categoria: objeto (relativo) de desprezo
O verdadeiro parisiense nunca se dirige aos seus vizinhos quando pegam o mesmo elevador. Mas se por acaso se encontram em um bar do outro lado da cidade, são capazes de conversar por horas a fio, falando mal dos outros vizinhos. No dia seguinte, no elevador, o amigo da véspera volta à condição de semi desconhecido. Condição que dura até o próximo encontro fortuito em um bar bem distante, porque esse da esquina é mal frequentado, tá cheio de vizinhos.
Turistas
Categoria: objeto de ódio extremo
Só tem uma coisa que o parisiense odeia mais do que você, o vizinho ou qualquer outro parisiense: o turista. Se você for um destes, a sua única opção é freqüentar lugares nos quais dificilmente os locais põem os pés, como a torre Eiffel ou o Louvre (evite os Mcdonald’s ou a Eurodisney, sempre entupidos de nativos).
Bom, pra não ser injusto, preciso admtir que o parisiense adora Paris, com seus restaurantes, sua vida cultural, seus cafés com mesas na varanda, seus parques e tudo o que ela tem pra oferecer.
Não é exagero dizer que o parisiense ama sua cidade.
Ele só detesta todo mundo que mora nela.
Por: Daniel Cariello do Blog Chéri à Paris
Vou tentar explicar alguns elementos dessa falta de apreço do parisiense por tudo o que se move e não é o seu cachorro.
Bufada
Categoria: manifestação não-verbal de ódio
A bufada é a mais clássica demonstração de irritação do parisiense. Mas é mais do que isso: é também o último refúgio da eterna insatisfação francesa, da vontade que eles têm de vez em quando – tipo umas 12 vezes por dia – de mandar tudo pros ares e fazer uma revolução. É o que sobrou depois que se tornou meio indelicado pendurar o sujeito em uma forca ou guilhotiná-lo em praça pública. Malditos tempos monótonos, onde não se pode nem mais descer tranquilamente a lâmina no pescoço alheio.
Putain!
Categoria: manifestação verbal de ódio
Putain significa puta merda. Em Paris você vai escutá-lo ao menos 337 vezes por dia. Se um parisiense está aborrecido, ele diz “putain”. Se um parisiense dá uma topada com o joelho, ele diz “putain”. Se um parisiense pisa num cocô de cachorro de um outro parisiense, ele diz “putain”. Se está frio, ele diz “putain”. Se faz calor, ele diz “putain”. Se você ousa abordar um parisiense, tirando-o de suas complicadas elocubrações mentais, para lhe perguntar alguma coisa que não esteja à altura de sua genialidade, ele pode até não dizer “putain”, mas certamente vai pensar. E depois vai bufar.
Vizinhos
Categoria: objeto (relativo) de desprezo
O verdadeiro parisiense nunca se dirige aos seus vizinhos quando pegam o mesmo elevador. Mas se por acaso se encontram em um bar do outro lado da cidade, são capazes de conversar por horas a fio, falando mal dos outros vizinhos. No dia seguinte, no elevador, o amigo da véspera volta à condição de semi desconhecido. Condição que dura até o próximo encontro fortuito em um bar bem distante, porque esse da esquina é mal frequentado, tá cheio de vizinhos.
Turistas
Categoria: objeto de ódio extremo
Só tem uma coisa que o parisiense odeia mais do que você, o vizinho ou qualquer outro parisiense: o turista. Se você for um destes, a sua única opção é freqüentar lugares nos quais dificilmente os locais põem os pés, como a torre Eiffel ou o Louvre (evite os Mcdonald’s ou a Eurodisney, sempre entupidos de nativos).
Bom, pra não ser injusto, preciso admtir que o parisiense adora Paris, com seus restaurantes, sua vida cultural, seus cafés com mesas na varanda, seus parques e tudo o que ela tem pra oferecer.
Não é exagero dizer que o parisiense ama sua cidade.
Ele só detesta todo mundo que mora nela.
Por: Daniel Cariello do Blog Chéri à Paris
domingo, 10 de julho de 2011
Maria Rita
PORTUGUÊSSeis anos após seu show na França, a filha da ilustre Elis Regina volta a Paris e dividirá o palco com um piano, um baixo e uma bateria, recuperando a simplicidade dos seus primeiros shows. Um show no qual ela interpretará músicas de seus três álbuns.
Em sua primeira passagem na França em 2005 na Cité de la Musique, os ingressos se esgotaram com várias semanas de antecedência devido ao sucesso do seu primeiro disco lançado em 2003.
A partir de então, Maria Rita recebeu várias recompensas de prestigio, entre as quais seis Grammys Latinos e seis discos de Platina!
Esse espetáculo tão esperado será produzido pela Sombrazuca no Cabaret Sauvage dia 12 de julho.
Um show que com certeza vale a pena !
25€ antecipado 06.15.22.69.63 - Rodrigo
25€ (mais taxas) Fnac - www.fnacspectacles.com
35€ no dia - Terça-feira 12 de Julho - 20:30 Reservas
CABARET SAUVAGE
PARC DE LA VILLETTE
59, Bd Mac Donald
75019 PARIS 19e
(Mêtro 7: Porte de la Villette)
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CABARET SAUVAGE
PARC DE LA VILLETTE
59, Bd Mac Donald
75019 PARIS 19e
(Mêtro 7: Porte de la Villette)
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FRANÇAIS
Six ans après sa première représentation en France, la fille de l'illustre Elis Regina revient à Paris avec pour seul accompagnement un piano, une basse et une batterie, retournant ainsi à la simplicité de ses débuts pour un concert lors duquel elle interprétera l'ensemble des chansons de ses trois albums.
Lors de son premier passage en France en 2005 à la Cité de la Musique, le spectacle affichait complet plusieurs semaines auparavant suite au succès de son premier disque sorti en 2003. Depuis, Maria Rita a accumulé les récompenses avec six Grammys Latinos et six Disques de Platine et continue de rester en tête de liste parmi les meilleurs artistes brésiliens.
Ce concert tant attendu sera produit par Sombrazuca au Cabaret Sauvage le 12 juillet.
Six ans après sa première représentation en France, la fille de l'illustre Elis Regina revient à Paris avec pour seul accompagnement un piano, une basse et une batterie, retournant ainsi à la simplicité de ses débuts pour un concert lors duquel elle interprétera l'ensemble des chansons de ses trois albums.
Lors de son premier passage en France en 2005 à la Cité de la Musique, le spectacle affichait complet plusieurs semaines auparavant suite au succès de son premier disque sorti en 2003. Depuis, Maria Rita a accumulé les récompenses avec six Grammys Latinos et six Disques de Platine et continue de rester en tête de liste parmi les meilleurs artistes brésiliens.
Ce concert tant attendu sera produit par Sombrazuca au Cabaret Sauvage le 12 juillet.
25€ avec moi 06.15.22.69.63 - Rodrigo
25€ hors frais de loc. Fnac - www.fnacspectacles.com
35€ sur place - Mardi 12/Juillet - 20:30 Réservation
CABARET SAUVAGE
PARC DE LA VILLETTE
59, Bd Mac Donald
75019 PARIS 19e
(Mêtro 7: Porte de la Villette)
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CABARET SAUVAGE
PARC DE LA VILLETTE
59, Bd Mac Donald
75019 PARIS 19e
(Mêtro 7: Porte de la Villette)
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Basilica Sacré-Couer de Montmatre
A Basílica do Sagrado Coração (em francês Basilique du Sacré-Cœur), um ponto turistico esplendido, e o meu local favorito em Paris.
A idéia de construir um templo dedicado ao Sagrado Coração surgiu depois da guerra Franco-Prussiana (1870), como pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse as investidas do exército alemão. O arquiteto Paul Abadie projetou a basílica depois de vencer um concurso com mais de 77 arquitetos, mas ele morreu em 1884 logo após o início da obra e outros continuaram seu trabalho.
O entorno da basílica possui jardins de meditação e o topo da cúpula, aberto aos visitantes, oferece uma das mais belas vistas de Paris. Contudo, câmeras e outros aparelhos eletrônicos são proibidos em seu interior.
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A Sacré-Coeur é um templo da Igreja Católica Romana em Paris, sendo também o símbolo do bairro de Montmartre. A basílica está localizada no topo da montanha de Montmartre, o ponto mais alto da cidade. A Basílica de Sacré-Coeur foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona a tonalidade branca.
Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de 80 metros de altura. Na ábside, uma torre enorme serve de campanário a um sino de 3 metros de diâmetro e mais de 26 toneladas.
A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influênciou outros edifícios religiosos do século XX.
Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de 80 metros de altura. Na ábside, uma torre enorme serve de campanário a um sino de 3 metros de diâmetro e mais de 26 toneladas.
A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influênciou outros edifícios religiosos do século XX.
A idéia de construir um templo dedicado ao Sagrado Coração surgiu depois da guerra Franco-Prussiana (1870), como pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse as investidas do exército alemão. O arquiteto Paul Abadie projetou a basílica depois de vencer um concurso com mais de 77 arquitetos, mas ele morreu em 1884 logo após o início da obra e outros continuaram seu trabalho.
A construção começou em 1875 e foi concluída em 1914, embora a consagração da basílica tenha ocorrido apenas após o final daPrimeira Guerra Mundial.
O estilo é marcado por influências românicas e bizantinas. Muitos elementos da basílica são baseados em temas nacionais: o pórtico, com três arcos, é adornado por duas estátuas de Santa Joana D'Arc e do Rei São Luís IX; e o sino de dezenove toneladas (um dos mais pesados do mundo), refere-se à anexação de Savoy em 1860. O mosaico no ápice, chamado Cristo em Majestade, é um dos maiores do mundo.
O entorno da basílica possui jardins de meditação e o topo da cúpula, aberto aos visitantes, oferece uma das mais belas vistas de Paris. Contudo, câmeras e outros aparelhos eletrônicos são proibidos em seu interior.
A Basílica comemorou o ano passado seus 125 anos e deu inicio a um ano de comemoração e orações que se estenderão até o dia 1° de julho.
Basilique du Sacré Coeur de Montmartre
35 Rue du Chevalier de La Barre
75018 Paris
+33 (0)1 53 41 89 00
(Mêtro: Linha 2 Anvers ou Linha 12 Jules Joffrin)
Basilique du Sacré Coeur de Montmartre
35 Rue du Chevalier de La Barre
75018 Paris
+33 (0)1 53 41 89 00
(Mêtro: Linha 2 Anvers ou Linha 12 Jules Joffrin)
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domingo, 29 de maio de 2011
Queima de fogos no Castelo de Chantilly
Nos próximos dias 17 e 18 de junho de 2011, acontecerá mais uma edição da tradicional queima de fogos no no parque do Castelo de Chantilly. Desde o século XVI são celebradas grandes festas com queima de fogos de artificios no Castelo de Chantilly, castelo que ficou conhecido no Brasil após o casamento relâmpago do jogador Ronaldo Fenômeno com a modelo e apresentadora Daniela Cicarelli.
Programa da edição 2011
19h30 - Abertura dos portões
22h30 - Queima de fogos de artifícios - Le choix des armes pyrotechniques (A escolha das armas pirotécnicas)
22h40 - Apresentação dos participantes : Fabrice Chouillier e Joseph Couturier
22h45 - Inicio da competição
Através de uma "batalha", encenada como um espetáculo, os dois mestres dos fogos de artifício da nova geração e já reconhecidos nos mais prestigiados concursos internacionais, se enfrentarão em três sets com temas diferentes. Cada um terá 6 minutos para mostrar a extensão de seu talento nos seguintes tópicos:
- A grande tradição de fogos de artifício clássico
- Os fogos de artifício do século XXI
- Tema Livre
23h30 - Apresentação do vencedor do concurso online "Crie o seu fogo de artifício para os Fogos de Chantilly"
23h40 - Encerramento. Ambos os fogos de artifício se combinarão para oferecer um final de tirar o fôlego.
Tarifas:
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