Amanhã é sexta-feira, dia de ... andar de bicicleta em Paris! Uma maneira agradável e saudável de conhecer Paris e o melhor de tudo, fazendo amigos.
A associação "Paris rando vélo" retornou das férias nessa semana, e já agendou para amanhã um passeio pela cidade. A associação organiza todas as sextas-feiras, um passeio de 2h30m por 20 a 25km de pedaladas pela Cidade Lumière.
Um passeio gratuito e onde a segurança é garantida, pois as ruas percorridas no passeio são fechadas para os ciclistas.
Acesse o site da "Paris rando vélo" as quintas-feiras para conferir o percurso, em caso de chuva ou pista escorregadia, o passeio será cancelado por motivo de segurança.
Horários: Toda sexta-feira às 21h30
Preços: Gratuito
Maiores informações: 06 64 17 90 44
Local de Partida: Hôtel de Ville
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Amanhã é sexta-feira
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Nuit Blanche Paris 2011
"A 10ª edição do "Nuit Blanche" ocorrerá dia 1° de outubro e promete ser mais inovadora ainda. Mantendo o seu principal objetivo: reunir diversas obras e um público cada vez maior, parisienses, amantes de Paris, moradores da metrópole, visitantes" descreve Bertrand Delanoë, prefeito de Paris.
Algumas atrações da edição de 2011:
O Square Willette abrigará "I will keep a light burning" de Renaud Auguste-Dormeuil : o artista reunirá para a ocasião 500 velas dispostas conforme estarão as estrelas no dia 1° de Outubro de 2111, para que os parisienses possam descobrir o céu que não poderemos ver. Uma bela viagem atraves do tempo.
O evento começa por volta das 19h e só termina na madrugada. É a dica para quem deseja visitar Paris durante a noite, onde a cidade esta mais calma e menos movimentada. Percorrer as ruas da cidade em busca das obras de arte instaladas ou então aproveitando para visitar museus e monumentos que ficarão abertos, alguns mesmo com exposições dedicadas a data.
Confira o 3D Bridge, apresentado no Nuit Blanche Paris 2010:
Algumas atrações da edição de 2011:
O Square Willette abrigará "I will keep a light burning" de Renaud Auguste-Dormeuil : o artista reunirá para a ocasião 500 velas dispostas conforme estarão as estrelas no dia 1° de Outubro de 2111, para que os parisienses possam descobrir o céu que não poderemos ver. Uma bela viagem atraves do tempo. Square Willette - Square Louise Michel
9 Place Saint-Pierre
75018 Paris
(Mêtro 2: Anvers)
No mesmo estilo, Semiconductor nos apresenta duas obras no Théâtre du Lycée Jacques Decour: "Black Rain" e "Héliocentric" frutos de montagens realizadas com fotos enviadas pelos satélites, descrevendo os movimentos do Sol, as erupções solares e seus efeitos sobre o meio-ambiente.
Théâtre du Lycée Jacques Decour
12 Avenue Trudaine
75009 Paris
(Mêtro 2: Anvers)
"Cut Paper" é uma performance ao vivo de Sachiko Abe: criticada durante a Bienal de Liverpool em 2010, a artista cortou folhas de papel sulfite A4 por mais de 270 horas de apresentação. Para o "Nuit Blanche" a artista apresentará uma nova versão dessa apresentação única.
ESMOD
12 Rue de la Rochefoucauld
75009 Paris
(Mêtro 12: Trinité - d'Estienne d'Orves ou Saint-Georges)
O artista Vincent Ganivet apresentará uma escultura com blocos de madeira e cintos de segurança no pátio da Biblioteca Histórica de Paris.
Bibliothèque Historique de la Ville de Paris
24 Rue Pavée
75004 Paris
(Mêtro 1: Saint-Paul)
" Ignicíon " é um curta-metragem que vai deixar você sem palavras e por uma boa razão: este filme de Tomas Espina nos confronta com futuros desastres. O artista utilizou pássaros feitos de pólvora em uma parede interligados entre eles, e em seguida põe fogo à instalação, deixando o público chocado ao presenciar a explosão de dezenas de pássaros. Um show no Teatro des Abbesses que permanecerá por algum tempo nas lembranças do público.
Théâtre des Abbesses
31 Rue des Abbesses
75018 Paris
(Mêtro 12: Abbesses)
Veja a lista completa no site da Prefeitura de Paris, ou baixe aqui o arquivo PDF.
9 Place Saint-Pierre
75018 Paris
(Mêtro 2: Anvers)
No mesmo estilo, Semiconductor nos apresenta duas obras no Théâtre du Lycée Jacques Decour: "Black Rain" e "Héliocentric" frutos de montagens realizadas com fotos enviadas pelos satélites, descrevendo os movimentos do Sol, as erupções solares e seus efeitos sobre o meio-ambiente.Théâtre du Lycée Jacques Decour
12 Avenue Trudaine
75009 Paris
(Mêtro 2: Anvers)
"Cut Paper" é uma performance ao vivo de Sachiko Abe: criticada durante a Bienal de Liverpool em 2010, a artista cortou folhas de papel sulfite A4 por mais de 270 horas de apresentação. Para o "Nuit Blanche" a artista apresentará uma nova versão dessa apresentação única.ESMOD
12 Rue de la Rochefoucauld
75009 Paris
(Mêtro 12: Trinité - d'Estienne d'Orves ou Saint-Georges)
O artista Vincent Ganivet apresentará uma escultura com blocos de madeira e cintos de segurança no pátio da Biblioteca Histórica de Paris.
Bibliothèque Historique de la Ville de Paris
24 Rue Pavée
75004 Paris
(Mêtro 1: Saint-Paul)
" Ignicíon " é um curta-metragem que vai deixar você sem palavras e por uma boa razão: este filme de Tomas Espina nos confronta com futuros desastres. O artista utilizou pássaros feitos de pólvora em uma parede interligados entre eles, e em seguida põe fogo à instalação, deixando o público chocado ao presenciar a explosão de dezenas de pássaros. Um show no Teatro des Abbesses que permanecerá por algum tempo nas lembranças do público.Théâtre des Abbesses
31 Rue des Abbesses
75018 Paris
(Mêtro 12: Abbesses)
Veja a lista completa no site da Prefeitura de Paris, ou baixe aqui o arquivo PDF.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Paris Plages 2011
O que falta para muitas cidades serem perfeitas é uma praia, e na capital francesa nada é impossível, prepare o protetor solar e divirta-se na praia em frente a margem direita do rio Sena.
A 10ª edição do Paris Plages 2011 já iniciou, se esta em Paris e ainda não teve a oportunidade de visitar, não perca tempo. O Paris Plages 2011 iniciou dia 21 de julho e vai até o dia 21 de Agosto, todos os dias das De 8h até meia-noite.
O evento, promovido pela Prefeitura de Paris desde 2002, movimenta o verão de quem não foi para as praias de verdade e é uma ótima oportunidade pra interagir com a cidade de um jeito completamente diferente. Durante este período diversas animações serão propostas na praia, como massagem, piscina, concertos, etc.
Informações detalhadas no site oficial do Paris Plages, em francês, inglês e espanhol: http://parisplages.paris.fr/
A 10ª edição do Paris Plages 2011 já iniciou, se esta em Paris e ainda não teve a oportunidade de visitar, não perca tempo. O Paris Plages 2011 iniciou dia 21 de julho e vai até o dia 21 de Agosto, todos os dias das De 8h até meia-noite.
O evento, promovido pela Prefeitura de Paris desde 2002, movimenta o verão de quem não foi para as praias de verdade e é uma ótima oportunidade pra interagir com a cidade de um jeito completamente diferente. Durante este período diversas animações serão propostas na praia, como massagem, piscina, concertos, etc.
Informações detalhadas no site oficial do Paris Plages, em francês, inglês e espanhol: http://parisplages.paris.fr/
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Local:
Paris, France
quinta-feira, 21 de julho de 2011
J'aime rien
Há algo muito importante que você precisa aprender sobre os parisienses: eles te detestam. Eles não te conhecem e te odeiam. Nunca te viram e já não suportam a sua presença. Mas, acredite, esse ódio, apesar de real, não é pessoal (esse é um privilégio concedido a poucos, como ao atual casal presidencial e às pessoas que estão a menos de 200 quilômetros deles).
Vou tentar explicar alguns elementos dessa falta de apreço do parisiense por tudo o que se move e não é o seu cachorro.
Bufada
Categoria: manifestação não-verbal de ódio
A bufada é a mais clássica demonstração de irritação do parisiense. Mas é mais do que isso: é também o último refúgio da eterna insatisfação francesa, da vontade que eles têm de vez em quando – tipo umas 12 vezes por dia – de mandar tudo pros ares e fazer uma revolução. É o que sobrou depois que se tornou meio indelicado pendurar o sujeito em uma forca ou guilhotiná-lo em praça pública. Malditos tempos monótonos, onde não se pode nem mais descer tranquilamente a lâmina no pescoço alheio.
Putain!
Categoria: manifestação verbal de ódio
Putain significa puta merda. Em Paris você vai escutá-lo ao menos 337 vezes por dia. Se um parisiense está aborrecido, ele diz “putain”. Se um parisiense dá uma topada com o joelho, ele diz “putain”. Se um parisiense pisa num cocô de cachorro de um outro parisiense, ele diz “putain”. Se está frio, ele diz “putain”. Se faz calor, ele diz “putain”. Se você ousa abordar um parisiense, tirando-o de suas complicadas elocubrações mentais, para lhe perguntar alguma coisa que não esteja à altura de sua genialidade, ele pode até não dizer “putain”, mas certamente vai pensar. E depois vai bufar.
Vizinhos
Categoria: objeto (relativo) de desprezo
O verdadeiro parisiense nunca se dirige aos seus vizinhos quando pegam o mesmo elevador. Mas se por acaso se encontram em um bar do outro lado da cidade, são capazes de conversar por horas a fio, falando mal dos outros vizinhos. No dia seguinte, no elevador, o amigo da véspera volta à condição de semi desconhecido. Condição que dura até o próximo encontro fortuito em um bar bem distante, porque esse da esquina é mal frequentado, tá cheio de vizinhos.
Turistas
Categoria: objeto de ódio extremo
Só tem uma coisa que o parisiense odeia mais do que você, o vizinho ou qualquer outro parisiense: o turista. Se você for um destes, a sua única opção é freqüentar lugares nos quais dificilmente os locais põem os pés, como a torre Eiffel ou o Louvre (evite os Mcdonald’s ou a Eurodisney, sempre entupidos de nativos).
Bom, pra não ser injusto, preciso admtir que o parisiense adora Paris, com seus restaurantes, sua vida cultural, seus cafés com mesas na varanda, seus parques e tudo o que ela tem pra oferecer.
Não é exagero dizer que o parisiense ama sua cidade.
Ele só detesta todo mundo que mora nela.
Por: Daniel Cariello do Blog Chéri à Paris
Vou tentar explicar alguns elementos dessa falta de apreço do parisiense por tudo o que se move e não é o seu cachorro.
Bufada
Categoria: manifestação não-verbal de ódio
A bufada é a mais clássica demonstração de irritação do parisiense. Mas é mais do que isso: é também o último refúgio da eterna insatisfação francesa, da vontade que eles têm de vez em quando – tipo umas 12 vezes por dia – de mandar tudo pros ares e fazer uma revolução. É o que sobrou depois que se tornou meio indelicado pendurar o sujeito em uma forca ou guilhotiná-lo em praça pública. Malditos tempos monótonos, onde não se pode nem mais descer tranquilamente a lâmina no pescoço alheio.
Putain!
Categoria: manifestação verbal de ódio
Putain significa puta merda. Em Paris você vai escutá-lo ao menos 337 vezes por dia. Se um parisiense está aborrecido, ele diz “putain”. Se um parisiense dá uma topada com o joelho, ele diz “putain”. Se um parisiense pisa num cocô de cachorro de um outro parisiense, ele diz “putain”. Se está frio, ele diz “putain”. Se faz calor, ele diz “putain”. Se você ousa abordar um parisiense, tirando-o de suas complicadas elocubrações mentais, para lhe perguntar alguma coisa que não esteja à altura de sua genialidade, ele pode até não dizer “putain”, mas certamente vai pensar. E depois vai bufar.
Vizinhos
Categoria: objeto (relativo) de desprezo
O verdadeiro parisiense nunca se dirige aos seus vizinhos quando pegam o mesmo elevador. Mas se por acaso se encontram em um bar do outro lado da cidade, são capazes de conversar por horas a fio, falando mal dos outros vizinhos. No dia seguinte, no elevador, o amigo da véspera volta à condição de semi desconhecido. Condição que dura até o próximo encontro fortuito em um bar bem distante, porque esse da esquina é mal frequentado, tá cheio de vizinhos.
Turistas
Categoria: objeto de ódio extremo
Só tem uma coisa que o parisiense odeia mais do que você, o vizinho ou qualquer outro parisiense: o turista. Se você for um destes, a sua única opção é freqüentar lugares nos quais dificilmente os locais põem os pés, como a torre Eiffel ou o Louvre (evite os Mcdonald’s ou a Eurodisney, sempre entupidos de nativos).
Bom, pra não ser injusto, preciso admtir que o parisiense adora Paris, com seus restaurantes, sua vida cultural, seus cafés com mesas na varanda, seus parques e tudo o que ela tem pra oferecer.
Não é exagero dizer que o parisiense ama sua cidade.
Ele só detesta todo mundo que mora nela.
Por: Daniel Cariello do Blog Chéri à Paris
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